Ela havia sido minha professora na escola, e com o tempo ficamos muito amigos. E do filho dela também, e assim eu a convidei pra ser minha madrinha de formatura.
Eu morava na casa de um amigo, e a mãe dele achava que era a Sinhá e eu um escravo, então contando como tudo havia sido, minha madrinha me chamou pra morar com ela.
No começo foi tudo lindo, todo mundo se dava bem, eu me sentia à vontade com eles, e a recíproca era verdadeira. Ele (o filho da minha madrinha) era um carinha muito fechado, só usava preto, tinha um cabelo gigantesco e pensamentos provenientes do século XVI. A família da minha madrinha (irmãos, pais, sobrinhos e etc) tinha sérios problemas com Ele, e quando eu cheguei no circo fui super bem recebido, e logo todos demonstravam gostar mais de mim do que d'Ele.
Passamos reveillons juntos, eu mostrei pra Ele que usar roupas coloridas e ser gentil não fazia mal à ninguém. Com minha companhia ele arrumou uma namorada (que eu apresentei e joguei nele), entrou no meu círculo de amizades e durante muito tempo foi bom.
Mas como todas as relações humanas, aquelas começaram a se desgastar. Se sumia dinheiro, minha madrinha colocava a culpa em mim. Ela comprava comida gostosa (pizza, lanches e etc) só pra Ele e me ignorava (sendo que eu pagava pra morar lá)...
Na casa tinha Sky, e um dos meus erros foi comprar um filme pornô uma vez. O qual a minha madrinha descobriu, eu confessei, e tudo ficou na boa. Mas eu repeti a cagada, mas desta vez havia comprado um filme gay.
Depois de algumas semanas, apareceram não um, mas cinco filmes gays comprados. Ele passou a espalhar histórias de que eu era gay (eu ainda não aceitava isso, eu negava que poderia ser viado) e aquilo tudo foi me entristecendo demais. Até que eu conversei com minha mãe, e ela liberou a grana pra eu ir morar sozinho.
E depois que eu saí de lá, a coisa descambou. Ele passou a falar pra quem quisesse ouvir que eu era gay, que eu havia comprado mais de dez filmes gays na Sky e que eu havia dado em cima dele. Bom, aquela história já estava passando da conta, então eu resolvi agir.
- Alô.
- Quem está falando?
- Aqui é o Átila, afilhado da "madrinha"...
- Ah oi....
- Olha eu sei que você é conta o namoro da Érika com o Ele.
- Sim, não gosto de ver minha filha com aquele cabeludo!
- Então é o seguinte, eu vou te contar uma coisa que a senhora não vai gostar...
- Diga.
- A sua filha sai todo domingo da sua casa pra passar o dia na casa d'Ele né?
- Sim, por causa do trabalho e tudo o mais é o dia que ela pode e...
- É o dia que a senhora fica descansada porque a "madrinha" está em casa e pode vigiá-los...
- Também.
- Mas ó, ela nem liga para o que eles fazem...
- Como assim?
- Ela simplesmente fica na sala, enquanto Ele e sua filha ficam no quarto, às portas fechadas... Alô! ..... Alô?
E a mãe da Érika foi até a casa da minha madrinha, acabou com tudo e não deixou mais que eles se vissem. E Ele quando me via na rua, abaixava a cabeça e mandava um "oi"...
Respeito. É isso que a gente tem que exigir. Mesmo que pra isso tenhamos que ser... venenosos.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Vingancinha
Decretado por
tiuℓ
às
18:23
Assinar:
Postar comentários (Atom)
9 comentários:
Tiul, só tenho uma coisa a dizer: sou tua fã!
morrer tua amiga, atila... morrer tua amiga...
*medo dele*
Mto digno!
vc realmente é uma caixa rosa de surpresas heauehauehaueahueaheuaheaueh
dessa eu naum sabia!!!
mas fez mtooooooo bem!
heuaheaue
algumas coisas se encaixam por aki agora!
aiaiaiaiaiai
adoro vc ser ácido!
às vezes é necessário. e se torna quase que um prazer sexual.
Dindooooooooooo
Vc é mauuuuuuuuuuu
Mas eu te amo por isso!!!!!
Tiul, quando crescer quero ser que nem você. beijos
E viva o Tiul mais uma vez!!
morrer tua amiga, atila... morrer tua amiga...
*medo dele* [2]
***Leon***
GERELHOW!!!!!!!!!!!!!!!!
AMEI!!
adorei o ki tu fez! claro, naum ia gostar nenhum um poko se fosse comigo, mas foi phoda!!!
vlw, Tiul....beijos!
Postar um comentário