Uma cliente foi ao salão com o filho, um menino de no máximo 9 anos. Ela foi fazer nuances no cabelo, um trabalho que dura no mínimo duas horas e talz.
Nosso salão tem uma área pra crianças com tapetinho desmontável, revistas, lápis de cor, mesinha com cadeirinhas coloridas, espelho com bixinhos de goma colados e o diabo à quatro. O menino, ao ver aquilo tudo abriu uma expressão de prazer com misto de arte que até eu fiquei com medo, tiposki que só faltou a música "taranã nã nã" d'O Pimentinha ao fundo.
E realmente o menino fez de um tudo, rasgou os bixinhos do espelho, rasgou revistas, quebrou lápis, mexeu nos esmaltes, nas escovas, na vitrine de produto, enfiou o dedo na tinta de cabelo que minha mãe tava usando na dele... E a desgraçada da mulher fazendo a egípcia pro que o menino fazia. Eu fiquei tão irritado, que fui pro lado de fora fumar.
Depois de quase tudo pronto, quando a minha mãe foi cortar o cabelo da mulé, o menino fez menção de mexer na tesoura dela... Ahhh a tesoura. MInha mãe virou bixo!
- Escuta aqui menino! Tu já mexeu em tudo o que podia e o que não podia dentro desse salão! Só tá faltando abaixar as minhas calças e enfiar o dedo no meu cu!
O.o
O.O
O_O'
A cara do menino, minha e da mãe dele. Depois de tudo arrumado e talz, o marido da mulher foi lá buscar todo mundo, e olha... bem que eu quis fazer ele o que a minha mãe disse que faltava ao menino fazer...
Diliça!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Força de Expressão
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tiuℓ
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17:32
11
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terça-feira, 29 de abril de 2008
Perseguição
Fui hoje ao shopping comprar o cd novo da Madonna e aproveitar e dar uma pessadinha no cinema. Quando pego o busão, umas meninas sentadas atrás de mim, começam a cochichar e dar risadinhas...
Olhei pra trás, uma, duas e na terceira vez uma delas me deu uma piscadinha. As meninas deviam ter no máximo 15 anos, mas mesmo assim estavam se fazendo a mim. ok...
Quando o bus chegou na Estação de Comboio (trem), eu comprei meu bilhete e fui lá, pra perto dos trilhos esperar... Coloquei o mp4 pra funcionar e estou lá ouvindo minha musiquinha, quando meu sentindo deu click e funfou ali na hora. Ao meu lado estavam de novo as três meninas, agora fazendo caras e bocas. Fiz a egípcia e saí de perto. Fiquei de olho num menino loiro de olho claro e rastas que estava ali perto! Heh
O trem chegou, e eu entrei o mais rápido que eu podia pra seguir o menino, mas num contratempo, ele acabou entrando depois de mim, eu fui para o segundo andar do trem e ele desceu. E nos desencontramos. Sentei-me de frente pra escada, bem próximo a porta, e para o meu deleite, aham, super animação, lá estavam elas de novo. Não dava outra, aquelas meninas não iriam sair do meu pé!
Ao chegar na estação do Oriente, eu desci o mais rápido que eu podia e andei a passos largos - bem largos pra quem já viu o tamanho das minhas pernas - para fora da estação e entrei direto no Shopping. Fui à loja que minha amiga trabalha dar um oi e talz e quando saí lá estavam as meninas...
Subi as escadas rolantes rápido e fui pra loja comprar o CD, elas entraram na loja também, achando que eu ia ficar olhando, eu por minha vez peguei um outro cd, porque o que eu queria não tinha chegado, fui direto pra caixa e as despistei...
...ledo engano, quando eu tava chegando no piso superior lá estavam, subindo as escadas também. E em todos esses momentos, eu estava ouvindo música e fingindo que nada estava acontecendo.
Estou lá no cinema, olhando o placar dos horários quando de repente sinto um tapa na bunda, um empurrão e um vento passando atrás de mim. Ao olhar eu avisto as três meninas correndo, felizes por terem atolado a mão em mim. Felizes? hahaha
Assisti o filme todo feliz e pimpão, logo depois andei um pouco pelo shopping, depois fui comer um lanche no emi ci donaldis, e fui ao banheiro.
Quando estou no corredor do banheiro, a porta do elevador que fica de frente pra ele se abre. E quem está lá dentro?
PAPAI NOEL!
Não, As três meninas, as três-fucking-meninas. Fiz a super egípcia, apertei o passo e entrei no banheiro. Elas me seguiram e sim, ficara na porta.
Mijei...
Lavei as mãos...
Arrumei o cabelo...
Olhei o celular....
Fingi que mijei de novo...
Andei até o fundo do banheiro...
Voltei pro lavatório das mãos....
Até que um senhor careca, me olha e começa a dar piscadinhs indicando as cabines do banheiro. Eu arregalei os olhos pensando "ele acha que eu to fazendo hora pra ficar à sós com ele?"...
Olhei para os lados.
" Eu estou à sós com ele!"
Sem pensar, saí do banheiro em dois palitos. Peguei carona com um grupo de mulheres saindo do outro elevador, e passei pelas meninas sem que elas me vissem!
E depois disso fiquei aliviado! Não tinha mais nenhuma perseguição...
... Até eu entrar no trem, e ouvir um pigarro. Ao olhar pra trás vejo o careca do banheiro.
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tiuℓ
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17:45
15
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sexta-feira, 25 de abril de 2008
A primeira vez...
Eu tinha cerca de 14 anos e participava de um Grupo de Jovens (GdJ) em Poços de Caldas. Eu era mesmo um carola, deixava de passar os finais de semana com a família pra limpar a igreja, era comentarista na missa, ou seja, nada a ver com essa minha imagem de hoje em dia.
Eu já me achava diferente, pois achava os meninos bonitos e talz. Rezava na Igreja, mas socava uma punhetinha no banheiro pro gostoso da TV.
Então, eu fui crescendo, já tinha feito uns 16 anos, estava super integrado com o GdJ e posso dizer que uma das melhores coisas que aprendi com eles foi beber. É verdade, em um Grupo de Jovens, eu aprendi a gostar das maravilhas do Álcool!
Então, dois membros do Grupo noivaram, e iriam se casar - porque ela engravidou - e rolou uma despedida de solteiro. Foi na casa de um dos caras mais velho do GdJ. A noite começou animadinha, eu mostrando meu celular novo pra galera, bebendo, jogando truco, bebendo, dançando, bebendo, comendo uma carninha, bebendo...
Até que eu comecei a perder o controle. Então e meu amigo J. decidimos dar uma volta pra ver se melhorava, porque o povo não queria deixar mais a gente beber.
No caminho eu parei pra mijar e o J. também, num ímpeto, eu falei que queria balançar pra ele. E o J. deixou. E eu peguei num pau pela primeira vez após a infãncia cheia de troca-troca.
Continuamos nosso caminho, rindo brincando e com as pessoas que passavam, e agora eu confesso que muitas lembranças desse dia ficam enevoadas na minha mente. Culpa da Bebida.
O que eu me lembro a seguir é eu e J. no escadão, próximo a casa onde estava acontecendo a despedida. Nós paramos, falamos um monte de merda e silenciamos. Então eu olhei nos olhos do J. e o beijei, um selinho que não durou mais do que 5 segundos... Em seguida ele me empurrou e cuspiu cheio de nojo falando:
- Você meu beijou, Átila! Eu não acredito que você me beijou!
- Beijei, e vou beijar de novo!
Empurrei ele pra parede, fui em cima e aí sim, nos beijamos de língua e ele retribuiu o beijo, como deve ser. Quando eu comecei a tocá-lo nas partes, ouvímos algumas vozes e ele me empurrou. Eu me desequilibrei na escada e caí. Perdi os sentidos completamente.
Quando acordei, estava com as mãos e a cabeça sangrando e todo mundo a minha volta, e o Anderson despejando uma garrafa de água na minha cabeça. O susto foi tão grande que eu me curei da bebedeira na hora. E ali terminou a noite.
Os comentários daquele dia se espalharam com uma rapidez fascinante, com extrema riqueza de detalhes. Então descobri que o próprio J. espalhou a notícia, e claro tirando o dele da reta dizendo que eu obriguei-o a fazer aquilo tudo. Os olhares de reprovação à minha pessoa já não estava mais sendo fáceis de aguentar, então eu me retirei daquele meio.
E foi assim que aconteceu. Eu era hétero, e Cristo me curou! Espero que todos em Machado fiquem sabendo!
;)
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tiuℓ
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23:08
47
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sábado, 19 de abril de 2008
Marruma
Todo mundo junto no Fernando's Bar, bandinha ao vivo começa a tocar Cássia Eller.
QUEM SABE AINDA SOU UMA GAROTINHAAA
Eu levanto os braços e sem perceber canto da forma mais pintosa possível. Todo mundo da mesa parou. Me olharam. E Maurício disse:
- Noffaaaa!
Todo mundo riu, olharam pra mim que sempre tinha uma resposta pra tudo na ponta da língua que respondi:
- Vou no banheiro.
Sim, fiz a Egípcia.
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tiuℓ
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17:21
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Prova
Eu, Cristiano e Daniel fomos pro Fernando's Bar no intervalo. Bebemos todas e resolvemos: iríamos matar as duas últimas aulas.
Continuamos bebendo, e já havia passado cerca de quinze minutos quando a Estelinha apareceu no bar.
- Ei, o professor já vai fazer a chamada e entregar as provas! Vocês não vão fazer prova?
Em uníssono os três falaram:
- PROVA?
- É, ele tinha marcado semana passada! Não lembram não?
- Caralho, é mesmo!
Viramos o que faltava do copo rapidamente e corremos pra sala de aula.
A cena que se seguiu foi incrível! O professor nos esperando com cara de bunda, o Cristiano entrou e disse:
- Ow fessor? Bão? Lizensa aí...
E continuou o caminho até sua cadeira, detalhe que ele fez uma curva de pelo menos 45 Graus! Então, os três sentaram, a sala um calor dos infernos, todo mundo em silêncio no climão da prova.
Eu não enxergava nada dos números, então olhei pro lado e chamei minha amiga:
- O Pitty passa cola pra mim carai! Senão vai embucetar tudo aqui!
- Unnn Hummm.
O Professor se levantou, e foi direto na minha cadeira, me olhando de cima. Aquilo que eu pensei ser um sussurro havia sido quase um grito.
- Se o senhor quiser colar em minha aula, você pelo menos tenta não beber antes, e faça as coisas de uma forma que não dê na cara. Porque eu posso até fazer vista grossa e...
- Ow fessor! - Ouviu-se uma voz vinda do fundo.
- e... Quem me chamou?
Todo mundo olhou pra trás, inclusive eu. Cristiano estava de pé, segurando as bolas com cara de coitado...
- Ow fessor, deija eu ir no banheiro porque a coisa dá voda aqui...
Todo mundo riu da cara do menino, inclusive o professor. Este riu tanto que esqueceu que eu estava tantando colar!
E eu tirei 8 na prova valendo 10.
Sem colar.
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tiuℓ
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16:18
3
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Série: Do barzinho perto da facul...
Barzinho perto de faculdade só serve pra fuder com a vida do cidadão. Perto da minha tinha o Fernando's Bar, com showzinho ao vivo de bandas toda quinta e sexta. Matar aula já era de lei, e com o bar ali perto a coisa ficou ainda mais fácil!
Então começo agora a série contando coisas que aconteceram nesse barzinho!
Quase metade da turma resolveu matar uma aula de um professor ruim que boicotávamos pra ficar o intervalo e as duas últimas aulas no Fernando's. Era um dia de showzinho ao vivo e o bar lotava e não dava pra andar nem de ladinho.
O que eu achava ótimo, porque eu atolava a mão na bunda dos héteros tudoooo!
O povo junta a grana, e é cerveja que não pára mais! A Débora (que estudava com a gente e morava na rua da facul), resolve aparecer com um grupinho de amigos dela, que pra sentirem-se incluídos começam a pagar mais cerveja!
A coisa ficou tão boa, e a galera acabou bebendo tanto que o Cristiano começou a achar que as cervejas estavam chegando do nada e que o garçom tava sendo amigo.
Detalhe, não tinha garçom ali!
Mas o Cristiano começou a achar que o amigo da Débora era o garçom, de tanta cerveja que ele trazia pra gente!
- Gara, ezze garsom é gente boa dimais! Eu tenho gue dar um beizo nele! Tenho que dar...
E o Cristiano encana que tinha que beijar o menino, seguraram ele (que é hétero e ia se arrepender disso) mas não adiantou! Ele foi! A sorte é que o menino estava no banheiro.
Comigo.
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tiuℓ
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16:49
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Gaydar
Eu não entendo o que se passa na cabeça das mulheres...
Elas vão em um salão, e lá tem um carinha trabalhando.
GAYDAR: pipi
O carinha, tem o cabelo pintado...
GAYDAR: pipipi
Ele também faz maquiagem!
GAYDAR: pipipipi
Olha, ele se veste tão legal! All Star, cinto de tachinhas...
GAYDAR: pipipipipi
...que mesmo com todos esses indícios insistem:
- Ai Átila, se eu fosses cinco anos mais nova, me faria a ti!
- =)
- E tu?
- Que tem eu?
- Se fosse cinco anos mais novo...
- Estaria putaiano por aí, provavelmente no Brasil...
- Não, se me conhecesses... Tá, se fosses cinco anos mais velho e eu me fizesse a você...
*Finge vergonha, mas pensa: Eu me mataria!*
Homem com vergonha?
GAYDAR: PIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPIPI
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tiuℓ
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17:53
12
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
Ser ou não ser?
- Átila vem aqui cuidar das panelas enquanto vou tomar banho!
- Tá.
- Olha essas batatas pode tirar já do óleo e o bife vc faz assim e...
* Alice esbarra a mão na panela de óleo*
- Olha aí, mãe! Já pensou se derruba o óleo no meu pinto?
- Você nem ia ligar!
- Não ia ligar como? O.o
- Você não gosta do seu pinto!
- Eu amo meu pinto! Porque eu não gosto do meu pinto?
- Você não usa...
- Como não uso? Só porque eu sou viado?
- Ahh...
- Eu ser viado não quer dizer que eu não use meu pinto!
- Ai Átila, você tem cada conversa...
E Alice foi tomar banho. Deixando o filho cuidando das panelas, com o pensamento a mil. Será que ela o acha passivinho?
Será?
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tiuℓ
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18:52
9
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Afinidades
Tem pessoas que a gente encontra no nosso caminho e que não sabemos nem como explicar como pode se parecer tanto com nós mesmos.
Internet é uma coisa engraçada, por várias vezes fazemos amizades, rimos diante de uma tela, choramos, xingamos... e fazemos amizades! Conversamos com pessoas de qualquer lado do mundo, e algumas até mesmo se tornam tão ou mais importantes que pessoas que convivem conosco fisicamente.
Eu, há algum tempo atrás, conheci uma menina de cabelo vermelho, que não come carne (a única coisa entre minha pessoa e ela que não tem nada a ver) e que só não parece comigo fisicamente. Pusque de boa, o resto. é. igual.
Gostos. Birras. Alegrias. Maneiras. Ações. Burradas...
Então, eu e a menina Marina, famosa Mah, nos tratamos como gêmeos. Separados em algum ponto da nossa existência, mas unidos pela vida!
E hoje é aniversário dessa minha grande amiga que eu amo. E pra você, Mah, eu dedico isso:
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein
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tiuℓ
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01:03
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