segunda-feira, 24 de março de 2008

O Segredo mais Profundo...

- Mas Átila é um nome de um homem que foi muito ruim, não aceito. - Diz o padre.
- Mas é o nome do meu filho!
- Não batizo o menino com esse nome!
- E o que eu vou fazer? Mudar o nome do meu filho?! De jeito nenhum....
- Coloca um nome de Santo na frente?
- Que? HAHAH Mas é nunca!
- Então não batizo.... u_u
- Vai Alice, escolhe um nome de Santo... - diz a Madrinha do menino.
- Não escolho.
- Então eu escolho, pode?
- Escolhe Rozânia...
- José, o nome do pai de Cristo.

...

- E eu te batizo, José Átila Rithiery da Silva. Em nome do Pai, Filho, Espírito Santo.

em coro:


- Amém!

domingo, 23 de março de 2008

Estamos de volta!

Oi povo e póva do meu coração!

Vou voltar a contar minhas histórinhas tá?


- Mãe, quando eu era pequeno o que eu fiz de bixisse?
- Você uma vez vestiu lençóis pelo corpo fazendo vestido e passou batom!
- Ah, não! Eu tava me fazendo de romano...


TRUCÃO!

PS.: Bjos Pedro!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Campanha

Gentem, a Polly que escreve pra um dos Blogs que eu mais amo o "te dou um dado" e que fundou o Big Bosta - que eu escrevo - junto com a Lele, tá sendo hiper votada em um site da MTV pro novo realitins chow da casa que vai escolher @ novo@ BFF da Paris Hilton!!!!


Então povo! Vota nela aew!

Bora colocar uma brasileirinha da turma das putas-e-viados pra bombar com Paris nas buatchys!

Bjos!

terça-feira, 11 de março de 2008

Série: Aniversários - II

Minha mãe sempre me prometeu que meu aniversário de 10 anos, seria uma festança de causar. Porém, estávamos morando em Brasília, e as coisas não estavam fáceis.

Um ano se passou, a gente tinha se mudado pra uma outra cidade e a grana já estava bem melhor. Então minha mãe fez mó festança pros meus 11 anos. Ela que já foi dona de Pizzaria, montou um esquema e a festa foi com pizzas e tudo mais. Muito loko!

Porém, o que mais me marcou naquela festa foi que em certo momento, tocou É o Tchan, e me pegaram pelo braço me fizeram dançar na frente de todos os convidados. Inclusive alguns amigos de escola que zuavam me chamando de mariquinha.

Ou seja, se eles já me chamavam de mariquinha, depois do "bota a mão no joelho, dá uma abaixadinha, mexe mexe gostoso balançando a bundinha", eu virei uma bixona.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Série: Aniversários

Como sábado é meu aniversário, vou contado histórinhas de aniversários meus, até chegar dia 15! Beijos.

Minha mãe comprou tudo pra fazer meu aniversário de 6 anos. Seria uma festinha privada, só mesmo para alguns amigos. Pois no ano anterior eu havia ganhado uma superfesta, e naquele ano eu havia escolhido um presente caro: um videogame.

Ainda era meados de fevereiro e minha mãe comprou tudo, desde chocolates granulados à leite condensado, pra fazer docinhos, bolo, etc etc etc... Mas conhecendo o filhos que tem, que mesmo sendo um chassis de frango come como se o mundo fosse acabar em miséria, minha mãe escondeu as coisas.

Mas o esconderijo não durou muito, achei as coisas no maleiro do guarda-roupas da minha mãe, e fui comendo tudo. Quando chegou março, minha mãe deu-me os convites pra distribuir pra quem eu queria convidar. Convidei todos os amigos da escola, alguns da rua e fiquei todo animado.
Porém, faltando uma semana pro niver, minha mãe descobriu que eu tinha comido tudo. Cancelou a festa.
Tive que ir em todos os amigos e dizer que a festa tinha sido cancelada porque eu havia comido tudo. E o video-game que eu ganharia só me foi entregue dois meses depois como castigo.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Resposta

Estava no café esperando a balconista me atender, quando entram duas góticas. Uma delas me dá uma olhada de cima a baixo, cochicha com a outra e ambas dão um risinho contido, porém malicioso. Eu fiz a Egípcia e nem liguei. Eu sabia que era pelo modo como eu estava vestido, para simples humanos normais tava de boa, mas pra duas góticas cadavéricas eu acho que deveria ser um carnaval: Calça Jeans cheia de recortes e um rasgo na perna atrás, que era fechado por alfinetes (a calça foi comprada assim), uma camiseta lisa amarela, uma blusa de pescador bege e botas marrom. Tudo muito lindo e de muito bom gosto, Aloka.

Fiz meu pedido, sentei-me à mesa, enfiei os fones na orelha e comi ouvindo música. Quando terminou, me deu vontade de comer mais. Então tirei os fones e levantei o braço pra atendente. A música ainda dava pra ser ouvida nos fones, baixinho, mas dava.

- Eu odeio estas músicas pá...

- Fala baixo, ele tirou os fones.

- Ele nem está a ouvir, com a altura que tava aqueles fones ele deve ter um troço (1) de cera no ouvido.

- Hahahaha parva!

- Odeio essa Amy Winehouse.

Olhei pra elas com uma expressão bem serena e feliz. As góticas juntaram as cabeças e continuaram falando, achando que eu não ouvia.

- Olha, ele até que é giro(2)...

- Credo! Olha o tamanho do nariz dele!

- Ai eu gosto!

- Shiu, cala-te preste atenção.

Elas pararam de falar, agora só podia ser ouvido a voz das balconistas conversando e o som saindo do meu MP3. Então uma das balconistas disse que tava tudo muito silencioso e ligou o som.

- Graças a Deus! – falou a gótica loira e nariguda.

- Exagerada!

- A sério, tava quase morrendo aqui com aquela música vindo do MP3 dele. Ouvistes?

- Nah, o que era?

- Não sei, mas era música brasileira! Deve ser brasileiro esse narigudo. – E eu juro, meu nariz perto do dela parecia o de uma anta perto de uma tromba de elefante.

- Odeio brasileiros!

- Eu odeio brasileiras são todas umas putas!

Terminei de comer, levantei, paguei e fui embora. Já não era a primeira e nem a última vez que eu ouviria falarem mal de brasileiros.

Eis que no dia seguinte, estou no salão e adentra a gótica nariguda com sua mãe, uma cliente minha! A menina queria colorir a parte de baixo dos cabelos de roxo, mas minha mãe estava ocupada, então eu faria o serviço...

Tratei-a super bem, lavei os cabelos pastosos de gel e arrumei-a na cadeira pra ser pintada (ui).

- Nossa, o salão tá muito quieto né? Vou colocar uma musiquinha!

Fui até o rádio e coloquei um cd da Amy Winehouse! \o/

A menina abaixou a cabeça e entrou em desespero, ela odiava aquela música e a cada nota da Amy, ela se remexia na cadeira.

- Olha desculpa, mas se você ficar mexendo demais assim na cadeira, o trabalho vai sair uma porcaria.

Usei o descolorante mais forte que temos (não que fosse preciso) mas eu queria ver a cabeça daquela ogra ardendo!

Resumindo, troquei o cd três vezes, e as três eu coloquei Amy. Fiz a menina aturar a música, ficar com o couro ardendo. O trabalho ficou ótimo, roxo como ela queria.

Não sei se um dia ela volta no salão. Mas eu fiquei de alma lavada hoje.



(1) troço - pedaço

(2) Giro - bonito, legal

quarta-feira, 5 de março de 2008

Cagada

Já fazia dois meses que eu trabalhava em uma livraria no centro da cidade de Poços de Caldas. Eu comecei como fiscal, que nada mais era que ganhar pra ficar parado olhando a loja, e repreender algum velho tarado na porta quando tentavam sair com alguma revista pornô. Eu me dava muito bem com meus colegas de trabalho, inclusive fiz a hétero com uma das meninas (A Cris) que me fez cu doce depois de ficar de calcinha e sutien embaixo do edredom comigo. Acho que ela assustou com o tamanho do meu pinto, que de tão pequeno parece um bibelô. Whatever...

Eu fazia o turno das 7 às 14h e achava o horário ótimo, pois fazia facul à noite, mas podia dormir toda tarde. Certo dia saí do trampo, dei umas voltas pela cidade, tomei açaí (que eu adoro, se quiser me conquistar me dá Açaí na Tigela) e voltei na loja pra buscar meu casaco. Quando eu entro os dois funcionários do turno da tarde estavam rindo junto com a Cris, mas ela estava mais séria. Quando eu entrei, os dois riram ainda mais. Eu perguntei o que era, eles deram umas desculpas de que estavam inventando nomes de Sith de Star Wars e falaram que tinham feito um pra mim (que eu não lembro mas que tinha algo a ver com minha napa gigantesca). Eu ri e fui embora.

O tempo passou, e eu nem me lembrava da história. Eu só notava um comportamente estranho deles para com migo (eu não escrevo assim foi de zuera). Até que um dia a Cris brigou com um deles, e passou pro turno da manhã e veio me contando que eles riam de mim, por causa do meu jeito. Que eles achavam que eu era gay. Meu estômago dava voltas e voltas, e eu não entendia o porquê da zuera deles, sendo que eu nunca havia dado motivos, e até aquela época eu ainda não aceitava.

Liguei pra Estelinha e juntos matamos aula no meu ap. Eu estava péssimo aquele dia. Chorei, bebi nescafé, xinguei, fumei, fiquei bravo, bebi nescafé, chorei, fumei... Isso repetidas vezes. Até que a Estela conseguiu me acalmar um pouco. Mas nisso a gente já tinha bebido quase um pote cheio de Nescafé e fumado quase dois maços de cigarro. Ficamos juntos inventando planos mirabolantes pra ferrar com os dois carinhas e ríamos das nossas besteiras.

- Átila, tá tarde tu vai descer comigo até o Terminal, porque eu não vou sozinha...

- Ah! Vai sim, o Terminal é a dez minutos daqui!

- Ai seu viado, eu vim aqui ficar contigo e você não serve nem pra ir comigo no terminal pra pegar um busão?

- Tá bom então...

E fomos caminhando, ela contando a história de um ex- namorado e eu zuando com ela, pois corria na frente e dava um peidinho. A Estela conseguia parar de rir, recomeçava a história eu corria na frente, levantava a perna e dava um peidinho...

- Pára Átila! Hahaha! Você ainda vai cagar nas calças!

Isso aconteceu várias vezes até que teve uma hora que a flatulência não fez nenhum som. E eu fiz cara de espanto.

- Que foi?

- Acho que eu caguei nas calças, Estelinha...

- HAHAHAHAHA EU AVISEI!

Enfiei a mão dentro das calças, coloquei a mão na cueca na parte de trás e logo senti o molhado...

- Ai caralho! Caguei mesmo Estela!

- Ai seu nojentoooo! HAHAH EU FALEI PR VOCÊ PARAR DE PEIDAR! HAHAHA

- Aé? Toma!

Enfiei a mão na calça e fui correndo passar a mão nela! Porém, fiquei com dó e parei a um centímetro da cara dela.

- Dá uma cheirada pelo menos!

- AAAAI SAI NOJENTO!

- Estelinha, nem vou contigo até o terminal!

- Ah, vai!

- Como, cadela?

- Ué, não mandei você cagar! Sozinha eu não vou!

E fui com a Estela até o terminal da cidade, e depois voltei pra casa. Tudo isso de pernas abertas pra não escorrer, com a mão por dentro da calça afastando-a da cueca suja.

O que? Ah, os meninos da livraria? Eles foram saindo aos poucos... Demitidos um após o outro, por quebra de caixa. Agora o porquê eu não sei.

Juro. Heh

terça-feira, 4 de março de 2008

Destino: Lisboa - Parte 3

Assim que me sentei ao lado do garoto no avião, ele me olhou de canto de olho e deu um sorrisinho daqueles sem graça, e ficou mexendo com as mãos sem saber o que dizer ou fazer. Eu retribuí o sorriso, também me senti um bocado desconfortável, sem saber o que dizer. Pra ter o que fazer, peguei a revista do avião pra ver os filmes e músicas que tocariam durante e o vôo, então falei pra mim mesmo:

- Ai, ainda não tem os fones...

- Hein?

- Os fones...

- Que é que tem?

- Ainda não vieram trazer, pra gente ver os filmes ou ouvir música...

- E tem como? – perguntou ele todo empolgado.

- Tem sim, olha na revista que tá aí ó – apontei pra frente dele. – a lista de filmes e músicas que tem pra ouvir... O único que me interessa é O Diabo Veste Prada...

- Ai, eu também vou ver esse!

Dei um sorriso e voltei minha atenção pra revista.

- Pra onde você vai?

- Pra Portugal, duuh! – sorri! E ele também.

- Não ow, pra que lugar de Portugal?

- Pra Lisboa mesmo, e você?

- Eu vou pra Pontinha! Sabe onde fica?

- Uhn... nem sei, mas acho que é em Lisboa mesmo.

- Pelo que me falaram é sim! O que você vai fazer lá?

- Vou morar com minha mãe e você?

- Vim a trabalho...

- Sozinho?!

- Tenho família aqui, tipo, uns tios e tias..

- Ahhh....

Dali em diante o papo fluiu. Os fones chegaram, mas a gente nem tava interessado em ouvir/ver nada. A gente falou sobre vôos (era o primeiro dele, eu já tinha viajado outras vezes), sobre o que esperava de Portugal, no que trabalhava no Brasil e... pessoas.

- Uma pessoa?

- Sim, mas nem sei se terei algo com ela quando voltar... – respondi. – Você tá deixando alguém pra trás?

- Nem to, eu sou da vadiagem, só saía pra caçar!

- E quantos carinhas você pega por noite?

- Ah depende da qualidade!

- Ahá, sabia!

- O que?

- Que você é gay! – sussurrei.

- Mas eu não disse nada!

- Claro que disse, acabei de perguntar quantos carinhas! XD

- Ai...

- Liga não, eu também sou!

- Sériooooo?

- ìssimo!

Então o papo descambou pra homem. Comentamos do espanholzinho gostoso e fedido que estava no mesmo vôo, sobre o que fazíamos na nossa cidade e fomos jogando verdes e interesses um no outro, até que ele colocou me olhou com um sorriso enviesado e mandou:

- E você já fez alguma coisa em avião?

- Nada, nunca. Morro de vontade de fazer... algo...

- Eu também, sou doido pra transar em avião! – e ele deu uma tacada de mão na minha perna.

Eu não tive nem tempo de reagir, pois logo começou o rebuliço das Comissárias vindo com os carrinhos com os jantares. Jantamos sorrindo, falando mal da comida do avião, e falando sobre pratos favoritos. Realmente o Marcelo era uma ótima companhia. Estava gostando dele e parecia que era recíproco!

Depois do jantar começou a passar filme, decidimos que iríamos vê-lo tomando vinho. Chamamos a aeromoça uma vez, pra trazer mais vinho. Chamamos mais uma. Outra. E mais outra e outra, e outra. Até que a aeromoça falou.

- Olha, vão lá na frente vocês se quiserem mais!

Pronto, fomos ter com as comissárias mais de três vezes pra pegar mais vinho, bebemos e vimos o filme, e já ríamos de tudo, até que o Marcelo vira pra mim, faz cara de safado e vai começar a falar algo, mas ele faz uma cara de nojo,leva a mão estômago e solta:

- Me dá licença?

- Que?

- Pra ir ao banheiro...

Levantei, dei passagem e voltei a ver o filme, mas o meu ânimo passou rapidinho, assim como o clima que tava rolando. O Marcelo voltou do banheiro com a cara verde, sentou-se e encostou a cabeça.

- Acho que vou dormir um pouco...

- Não tá passando bem?

- Vomitei...

- Uhnn... =/

Marcelo dormiu e eu comecei a ver outro filme sozinho, sem acreditar na minha grande sorte.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Pêgo no pulo

-Alô?
- Mãããe, eu não achei a loja que a senhora disse... to perdido mãe!
- Perdido como, Átila?
- Perdido, ué! Eu não sei onde eu to esse lugar estranho! Me assaltaram...Culpa sua que me mandou pagar as coisas que eu nem sabia onde ficava!
- Ai, meu Deus! Te assaltaram? E não tem ninguém pra você perguntar aí...
- Não... - então vem uma voz no fundo.
- Tem sim! Olha você tá na Avenida Cidade Jardim!
- O que Átila? Você tá Avenida Cidade Jardim? Essa é a avenida em cima de casa! Átila! Átila?

tu tu tu

Eu tinha que pagar uma conta, gastei a grana. Tentei inventar história. A mulher me entregou. Eu apanhei.

Beijos

sábado, 1 de março de 2008

Surpresa Inesperada

Eu conheci-o na internet, na sala de bato papo da uol (que só tem viado caçando). Combinamos um cineminha pra nos conhecer e ver o que seria. Quando chego no local me espanto, ele era loirinho de olho claro, todo bonitinho, um pouquinho acima do peso, mas nada que lhe tirasse a beleza.

Fomos no cinema, comemos no emi ci donaldis e decidimos ira pra casa à pé. Poços de Caldas só tem um shopping e este fica far far away do centro da cidade, então daria uma caminhada de quase uma hora o qual poderíamos nos conhecer.

No meio da caminhada nos embranhamos por um canto ali e acabamos nos beijando, mas logo largamos mão de continuar com qualquer coisa, pois o medo falaria mais alto. Continuamos andando, falando e se conhecendo. Logo estávamos no centro e foi aí que o chamei pra ir no meu ap. Nem ao menos chegamos e já começamos a nos atacar de beijos e mãos aqui e ali. Até que eu coloquei a mão na mala dele.

Mala?

Cadê a mala dele? Era ela?

Parei de beijar, olhei no olho dele e perguntei:

- Você é mulher?
- Não! - e ele me agarrou e tentou continuar com os beijos. Eu separei e olhei de novo nos olhos.
- Então porque você não tem mala?
- Não liga pra isso! Vamos ficar, você me come a boa! Nem precisa pegar no meu pau...
- Não pecisa o caramba! Você não tem pinto?
Então fui com a mão e agarrei o lugar onde deveria estar um pinto. E para o meu alívio tinha um pinto ali. Menor que a metade do meu dedo mindinho.

Então, vocês sabem o que eu fiz? Adivinhem.

(A) Botei ele pra correr e terminei na punhetinha.
(B) Ri na cara dele, mas comi mesmo assim.
(C) Fiquei com pena, sentei-me com ele e passei o número de um cirurgião amigo meu.